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Santuario de culto ao deus egipcio Serápis, mandado construir durante a transição do século II para o século III d.c a mando de um senador de Roman chamado Caius Calpurnius Rufinus. Neste espaço, encontram-se 3 fragas com vàrias cavidades em vàrios tamanhos, em os quais eram praticados rituais de iniciação, onde eram oferecidos sacrificios aos deuses dos infernos nomeadamente ao deus Serapis. Estes rituais, tinham uma ordem muito rigida a respeitar:
1º Morte das vitimas
2º Sacrificio do seu sangue
3º A carbonização dos corpos
4º O consumo de suas carnes
5º Revelação do nome da autoridade màxima dos infernos
6º Purificação
Restam hoje, com o efeito da erosão do tempo, as dferentes cavidades retangulares que se destinavam à queima das visceras, restam também uma cavdade rednda - gastra para assar as carnes, e uma outra onde se purificava o sangue a gordura e o azeite. Outras cavidades existentes, estavam inteiramente ligadas com pequenos templos existentes da epoca os quais se destinavam a guardar as ferramentas de culto sagradas. Este que é considerado hoje um monumento, foi alvo de vàrios estudos desde o século XVIII até aos nossos dias por parte de investigação nacional e estrangeira.

Curiosidades

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Existem isncrições nas fragas do santuario, as quais assim está escrito:
Aos deuses e deusas e também a todas as divindades dos Lapitaes, Gaius C. Calpurnius Rufinus, membro da ordem senatorial, consagrou com este recinto sagrado para sempre uma cavidade, na qual se queimamas vitimas segundo o rito ''
Ao altissimo Sérapis, com destino e os misterios, G.C. Calpurnius Rufinus, clarissimo, com este ( templo ) oferece também uma cavidade para se proceder à mistura . Com base nos estudos feitos ao monumento, pode-se dizer que nete local foi praticado a penas um ritual de iniciação.